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BLEFE A ALMA DO POQUER


BLEFE A ALMA DO POQUER
por Virgínia Lima

O blefe é o espírito do pôquer, seu objetivo fundamental é criar a incerteza entre os jogadores. No pôquer, há cartas, fichas e conversa, as cartas são conhecidas unicamente por seu detentor, que “representa” o valor delas aos seus adversários na forma de apostas com fichas e de comentários.

Quando a representação é falsa, trata-se de um blefe. Caso não existisse essa falsa representação, a aposta mais alta sempre significaria a mão mais alta e as mãos inferiores sempre se recusariam a ir para o jogo. Nesse caso, nunca haveria qualquer aposta real e, por isso, não haveria nenhum jogo, a menos que se combinasse um esforço conjunto contra o jogador com a mão mais alta.

Muitos jogos de pôquer, por uma ou outra razão, degeneram para esse nível, quando já não se trata mais de pôquer, mas de um jogo de azar comum. No jogo autentico, nunca se sabe que cartas os adversários podem possuir, exceto por análise de estratégias.

A principal forma de blefe é representar uma mão baixa como sendo alta, sobretudo quando as circunstancias favorecem tal simulação. O objetivo consiste, superficialmente, em ganhar o bolo de apostas forçando a retirada ou desistência de quem tem um jogo de valor superior; porém, se isso falhar, como se pode esperar que freqüentemente aconteça, e o jogador é apanhado no blefe, seu propósito mais essencial é alcançado pelo fato se ter causado uma perturbação no espírito dos adversários.

Assim, o jogo é dinâmico e depende de uma série de jogadas, em conseqüência do que, quando a mão de um jogador é forte, suspeitar-se-á de sua fraqueza e apostas elevadas se seguirão.

Blefar, entretanto, é sempre arriscado e dispendioso, devendo-se fazer o calculo entre ganhar ou ter um custo relativamente baixo. O jogador que nunca blefa raramente obtém grandes quantias e muitas de suas melhores mãos não são pagas. Ele é inevitavelmente um perdedor.

O jogador que blefa constantemente, porém é incapaz de recuperar suas perdas. Também é um perdedor, caso todos os jogadores estejam blefando, a confusão é desenfreada na mesa de pôquer e muita atenção deve ser dada ao ritmo de jogo, às leis de probabilidade, aos hábitos de cada jogador e às situações que se desenrolaram para dar vantagem a um ou outro dos jogadores.

O corolário do blefe é pagar para ver e também ai a variação é grande. Um homem que pede sempre para ver, raramente é objetivo de blefe, e isso seria uma vantagem se não fosse o caso de, como resultado, ele sempre pagar para ver os jogos mais altos, o que o fará perder sempre. Do mesmo modo, um homem que sai do jogo sempre que há uma representação de jogo alto, sempre perderá, pois será retirado da mesa à força de blefes.

Assim, a característica distintiva de um bom jogador de pôquer é a dissimulação. A mão deve estar o tempo todo escondida atrás da mascara da incoerência. O bom jogador de pôquer deve evitar o estabelecimento de práticas e de comportamentos casuais que, ocasionalmente, cheguem ao ponto de fazê-lo violar os princípios elementares do jogo correto.

O ritmo de um jogador deve ser o adequado aos demais, rigoroso num jogo rigoroso, liberal num jogo liberal, embora um jogador possa ser forte o bastante para estabelecer o seu ritmo ao jogo. Quando um bom jogador acha que tem um jogo imbatível, ele parte para o ataque com um lance mais poderoso do que um jogador cauteloso acharia prudente. E a máxima do barão de Rothschild é útil: “Reduza suas perdas; deixe seus lucros crescerem”.

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